17 figurões do futebol que já foram presos (ou quase)

Os figurões do futebol que já foram presos

Não é raro que o futebol vire caso de polícia. Seja por atitudes dentro campo, seja por crimes cometidos fora dele, muitos figurões do futebol já tiveram problemas com a lei e alguns até foram presos.

Entre os que já penaram na justiça estão jogadores, cartolas, empresários e presidentes de confederações. Alguns cumpriram seus dias de cadeia. Outros foram absolvidos. Há ainda os que seguem soltos, vivendo “foragidos” pelo mundo.

Lembre-se de alguns desses figurões do futebol que já foram presos a seguir.

Josep Maria Bartomeu

Josep Maria Bartomeu

O mais recente membro desta lista é um ex-presidente do Barcelona que foi preso em fevereiro deste ano por suspeita de seu envolvimento no caso conhecido como “Barçagate”. Seu crime? Falar mau de seus próprios jogadores – pagando ilicitamente por isso. Uma empresa foi contratada pelo clube para realizar campanhas de difamação nas redes sociais contra jogadores e dirigentes contrários a sua gestão.

Ronaldinho

Ronaldinho Gaúcho

Craque da seleção brasileira e do Barcelona e um dos maiores jogadores da história do futebol, Ronaldinho é um dos personagens do esporte que viraram notícia ao serem presos. No começo de 2020 ele foi para a prisão no Paraguai, acusado de falsificar documentos. Ficou seis meses detido no país até entrar em um acordo com o Ministério Público local e voltar para o Brasil.

José Maria Marin

José Maria Marin

Ex-governador de São Paulo, ex-presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa 2014, o cartola ficou famoso mesmo após ser flagrado roubando uma medalha durante a cerimônia de premiação da Copa São Paulo de Futebol Junior em 2012. Depois, foi denunciado no “Fifagate”, o maior escândalo de corrupção da entidade máxima do esporte, por organização criminosa, fraude bancária e lavagem de dinheiro. Ficou cinco anos detido fora do Brasil até voltar a seu país em 2020.

Romário

Romário

O baixinho entra na longa lista de jogadores (e famosos no geral) presos por não pagar pensão às esposas. Em 2009, Romário atrasou os pagamentos para Mônica Santoro, sua ex-mulher, e teve que passar uma noite na cadeia.

Julio Grondona

Julio Grondona

Talvez o maior mafioso da bola na América do Sul (e olha que a disputa era boa), Grondona foi presidente da AFA (Asociación del Fútbol Argentino) por 35 anos e vice-presidente da FIFA. Se envolveu em todo tipo de contravenção e escândalo de corrupção nesse tempo, mas morreu em 2014 sem nunca ter sido condenado. Seu personagem inspirou uma série da Amazon Prime Video chamada “El Presidente”, sobre a corrupção no futebol sudaca.

Edmundo

Edmundo

Em 1995, o então jogador do Flamengo se envolveu em um acidente de carro que terminou com a morte de três pessoas. Passou uma noite na cadeia e, posteriormente, foi condenado a quatro anos e meio em regime semiaberto por homicídio culposo e lesões corporais. Em 2011, o processo foi extinto pelo Supremo Tribunal Federal.

José Hawilla

José Hawilla

Mais conhecido como J. Hawilla, foi dono da Traffic, empresa que colocou muito dinheiro no futebol brasileiro. Um dos homens mais poderosos do esporte no país, ele confessou ter praticado extorsão, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça. Em um acordo com o governo, trocou a cadeia por delação – suas denúncias alimentaram o Fifagate.

Leônidas da Silva

Leônidas da Silva

Maior craque do futebol brasileiro nos anos 30, o ídolo do São Paulo e artilheiro da Copa do Mundo de 1938 foi um dos primeiros a serem presos. Leônidas da Silva foi detido em 1941 por falsificar o certificado de dispensa do serviço militar. Foi encarcerado na cadeia no quartel de Realengo por oito meses.

João Havelange

João Havelange

Foi atleta, presidente da CBD (Confederação Brasileira de Desportos, de onde nasceria a CBF posteriormente) e o mais longevo presidente da Fifa. Sob seu comando, o Brasil foi tetracampeão mundial e o futebol brasileiro acumulou casos de corrupção. Foi acusado, ao lado de seu genro Ricardo Teixeira, de aceitar propina da agência de marketing esportivo suíça ISL (International Sport and Leisure) para que a empresa fosse a única com contrato com a Fifa. Renunciou a seus cargos no Comitê Olímpico Internacional, no Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 e no Comitê Executivo da Fifa. Morreu em 2016, aos 100 anos.

Cuca

Cuca

O treinador de longa carreira em vários clubes brasileiros foi acusado, quando ainda jogava, de ter estuprado juntamente com outros três jogadores do Grêmio uma adolescente de 14 anos, em 1987, em Berna, durante excursão do clube à Suíça. Os quatro jogadores ficaram 29 dias presos na Suíça antes de voltarem ao Brasil. Dois anos depois, foram condenados, mas nunca ninguém chegou a ser preso.

Ricardo Teixeira

Ricardo Teixeira

Genro de João Havelange e também ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira foi banido do futebol após ter sido comprovado que ele recebeu propina ao organizar campeonatos como Libertadores da América, Copa América e Copa do Brasil. Também foi acusado de desviar milhões de dólares em contratos de patrocínios e jogos amistosos da seleção brasileira. Nunca foi condenado no Brasil, mas se deixar o país corre o risco de ser preso.

Sandro Rosell

Sandro Rosell

O ex-presidente do Barcelona (mais um) foi ao lado de Ricardo Teixeira um dos pivôs da acusação de lavagem de dinheiro e organização criminosa na venda de direitos televisivos de jogos da seleção brasileira e no contrato de patrocínio entre a Nike e a CBF. Foi preso em 2017 e passou 21 meses na prisão, até ser absolvido em 2019.

Bruno

Goleiro Bruno

Então goleiro do Flamengo, Bruno foi preso em 2010 acusado de mandar assassinar e ocultar o cadáver de sua amante e mãe de um filho seu. Três anos depois ele foi condenado a 22 anos e três meses de prisão. Chegou a ser solto e jogar pelo Boa Esporte, de Minas Gerais, mas o STF revogou a liminar que o mantinha em liberdade. Hoje cumpre regime semiaberto.

Rincón

Freddy Rincón

O ex-jogador colombiano campeão brasileiro e mundial com o Corinthians Freddy Rincón foi preso em 2007. Uma investigação feita no Panamá o acusou de lavagem de dinheiro e associação ao tráfico de drogas. Ficou detido por 123 dias na sede da Polícia Federal em São Paulo, mas não foi extraditado. Em 2015 foi absolvido das acusações pela justiça panamenha

Nicolás Leoz

Nicolás Leoz

Presidente da Conmebol, a confederação de futebol da América do Sul, Leoz foi acusado de diversos crimes de corrupção no Fifagate. Passou seus últimos anos de vida em prisão domiciliar no Paraguai, devido a problemas de saúde. Os Estados Unidos pediam sua extradição a autoridades paraguaias, mas Leoz conseguiu permanecer no país graças a recursos judiciais até 2019, quando morreu.

Maradona

Diego Maradona

Um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos, Diego Maradona também é um dos que já foram presos. Em 1991, foi suspenso pela Fifa por doping e acusado pela justiça italiana por porte e tráfico de cocaína. Foi preso em Buenos Aires em uma festa que, se conta, tinha 200 pessoas presentes, no apartamento de seu cunhado. Passou um dia detido e saiu após pagar fiança.

Michel Platini

Michel Platini

Craque francês e ex-presidente da Uefa, Michel Platini foi preso em 2019 por suspeitas de corrupção envolvendo a Copa de 2022. O ex-jogador é um dos investigados em operação que averigua possíveis irregularidades na escolha do Catar como sede do próximo Mundial. Mas já foi solto e cogita até voltar a participar ativamente da organização da próxima Copa.

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