O homem que namora quase sempre acha que gasta muito mais do que o solteiro, que por sua vez pode pensar que seu custo de vida é muito mais alto em comparação com o de um cara compromissado. Mas na real, quem é que gasta mais dinheiro?
A melhor resposta seria “depende”, pois há uma série de fatores que mudariam o quadro de um ou de outro. Então resolvemos imaginar quatro cenários padrão envolvendo solteiros e namorados para responder mais ou menos como seriam os custos para cada homem.
Solteiro na balada x namorado em casa
Enquanto o cara solteiro vai pra balada e, com isso, vai pagar caro na entrada e no consumo lá dentro, o cara que namora pode ficar em casa com a sua parceira assistindo ao Netflix e comendo pipoca. Mesmo se você contabilizar o gasto com a assinatura do Netflix e o pacote da pipoca, certamente sairá mais barato do que a balada.
Namorado com presentes e lazer x solteiro na balada
Por outro lado, o solteiro que não frequenta a balada todo fim de semana e segura um pouco esses gastos pode economizar mais do que o cara acompanhado que vai ao cinema com frequência. E não só ao cinema, mas a outros lugares e gastando com outras opções de lazer, além dos presentes – um custo que o solteiro não tem.
Comer sozinho x comer com alguém
Geralmente, casais saem mais pra comer fora do que alguém sozinho. Consequentemente, gastam mais, e para o homem que de vez em quando – ou sempre – resolve pagar a conta, pode sair bem salgado no custo mensal. Vale lembrar ainda a porcentagem do serviço, que obviamente fica mais cara à medida que o gasto na refeição é maior.
Viajar solteiro x viajar namorando
Tomando como base uma viagem para o mesmo destino, o gasto depende do tipo de programa e do propósito que cada um tem para o seu rolê. O cara que namora pode gastar mais na acomodação, já que provavelmente irá optar por um pouco mais de conforto com a namorada.
Mas o homem solteiro pode economizar no custo com hotel/hostel e sair gastando com bares, balada, compras ou qualquer outra coisa que acabe igualando ou compensando a economia com acomodações.
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