No futuro, o dinheiro vivo não vai mais existir!

Tem quem diga que o dinheiro vivo não vai mais existir até 2030

As mudanças na nossa rotina não foram poucas nos últimos anos. Lembra quando a gente comprava CD? Tinha aparelho de MP3? Hoje em dia, a música está completamente conectada ao smartphone e, aliás, no nosso celular a gente consegue ver TV, acessar as redes sociais e ouvir rádio.

Ligar pro taxista pra pedir um taxi no final da noitada é algo inimaginável: dezenas de aplicativos fazem esse serviço pra gente. Provavelmente, você já parou pra pensar em tudo isso e talvez todas essas mudanças nem te impressionem mais. Mas já reparou no seu dinheiro? Não estamos falando apenas de compras, é óbvio que você notou o aumento nas compras online e a redução nas vezes que você foi até uma loja física. Estamos falando do dinheiro mesmo, da existência do papel.

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De acordo com levantamento da norte-americana IEEE, maior entidade profissional do mundo, o dinheiro e os cartões de crédito e débito devem ser substituídos pelos pagamentos por meio de dispositivos móveis até, no máximo, 2030.

Levando em conta que 2,5 bilhões de pessoas no mundo não têm uma conta bancária – mas podem ter acesso fácil a um aparelho celular – essa previsão faz bastante sentido.

Crédito: Shutterstock

Aliás, de acordo com pesquisa Ipsos/PayPal realizada em 2015, 13% do total gasto online no mundo inteiro e 2015 foi feito por meio de um smartphone.

O PayPal forneceu esses dados pra gente e eles são impressionantes: em relação aos pagamentos transacionados pela ferramenta globalmente no ano passado, 28% do total de 4,9 bilhões de operações foram realizadas por meio de dispositivos móveis.

Você provavelmente já participa do movimento de migração para o pagamento online. E, além disso: participa do movimento de migração para o pagamento pelo celular. Concorda?

Bom, amigo, este é o caminho. Os smartphones são, realmente, o futuro.

Um estudo da Euromonitor, encomendado pelo PayPal, diz que até 2020, 10% de tudo o que é vendido online no Brasil será comprado via equipamentos móveis – hoje, esse índice está em 7%; em 2011, eram apenas 2%.

Crédito: Shutterstock

Um dos principais motivos para esse crescimento é que os consumidores estão se sentindo cada vez mais seguros ao comprar via smartphone ou tablet. Um sentimento motivado, principalmente, segundo o estudo, pelas carteiras digitais.

A carteira digital – ou eletrônica – é uma conta de pagamento online que armazena seus cartões de crédito em um único lugar, como a PayPal. Sem precisar digitar seus dados a cada compra pela internet, você pode realizar e receber pagamentos. Elas são uma alternativa rápida, simples e segura de transação de dinheiro na internet. E o ponto mais importante é: os dados do usuário não são armazenados no aparelho – eles trafegam criptografados durante todo o fluxo da transação. Isso dá muito mais segurança ao sistema.

Pois é, as empresas estão investindo cada vez mais seus recursos, tecnologia, inovação e inteligência para oferecer para a gente, consumidores, opções práticas, fáceis e seguras de usar serviços e comprar produtos pela internet e pelos dispositivos móveis.

Aliás, uma novidade: O PayPal lançou há pouco tempo o One Touch, uma tecnologia que oferece aos usuários a opção de comprar em milhões de estabelecimentos no Brasil e no exterior sem a necessidade de informar login e senha em cada transação por até 180 dias.

Em poucos meses, o One Touch se tornou o serviço de adoção mais rápida na história do PayPal: já são mais de 22 milhões de clientes no mundo. Tudo isso é a prova de que as pessoas estão, definitivamente, preparadas para absorver esse tipo de tecnologia disruptiva.

E você, acha que o dinheiro vivo vai mesmo acabar?

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