Grandes mitos sexuais

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Você cresceu ouvindo afirmações do tipo masturbação dá espinha, os homens gostam mais de sexo que as mulheres e que o ponto G existe. Umas mais absurdas, outras menos verdadeiras, o fato é que muita coisa se transformaram em mitos sexuais e ainda hoje existe gente que acredita em muita balela.

Para acabar de vez com essa desconfiança, resolvi destrinchar os principais mitos sexuais para você deixar seu lado paranóico, machista e ignorante de lado. Leia agora ou depois não vá dizer que eu não avisei.

Os homens gostam mais de sexo do que as mulheres

Os homens gostam mais de sexo do que as mulheres - Crédito: shutterstock

Só para te atualizar sobre o assunto, o site de relacionamento ParPerfeito realizou uma pesquisa que concluiu que 54,55% das mulheres com idade entre 18 e 24 anos não precisam de amor para fazer sexo. Os homens da mesma faixa etária que admitiram que transam sem necessariamente sentir amor pela parceira é de 50% – menos que entre as mulheres. Isso já é o bastante para comprovar que esse mito caiu por terra. Agora, se você é homem e acredita nisso, a verdade é que são as mulheres que não gostam de fazer sexo com você.

Você pode julgar o tamanho do pênis pelo tamanho do seu pé

Você pode julgar o tamanho do pênis pelo tamanho do seu pé - Crédito: Shutterstock

A história de que o tamanho dos pés de um homem é diretamente proporcional à dimensão do pênis é mito. Mas, um estudo coreano recente descobriu que o que importa mesmo é o tamanho dos dedos das mãos. Se um homem tiver os dedos indicadores mais curtos que os anelares, a probabilidade de que ele seja bem dotado é maior.  Pelo menos é o que diz um estudo coreano publicado no periódico “Asian Journal of Andrology”. Basta saber se a regra vale só para os coreanos ou se aplica também ao resto do mundo.

Homens pensam em sexo a cada sete segundos

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De acordo com a Universidade Estadual de Ohio (EUA), os homens pensam em sexo 19 vezes por dia. Apesar de esse número ser bem maior do que o das mulheres (10 vezes), não chegamos a pensar em sexo a cada 7 segundos. Caso isso fosse possível, como gostaríamos tanto do futebol e das cervejas com os amigos?

Masturbação provoca espinha, leva à esterilidade e causa cegueira

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Sem sombra de dúvida, esse é o assunto que contem a maior quantidade de mitos. De acordo com o psicólogo e psicoterapeuta sexual Marcelo Toniette, “A masturbação não causa espinhas, assim como não leva à esterilidade, não leva à dificuldade de ereção, não causa cegueira, não faz crescer pelos nas mãos, não leva à loucura.” Agora, convenhamos, se causasse cegueira, você não poderia ler esse texto agora.

Japonês tem pinto pequeno

Japonês tem pinto pequeno - Crédito: Shutterstock

De acordo com o Japanese Jornal of Sexology, a média japonesa é de 13 cm, no Brasil, devido à grande miscigenação de etnias, a média é de 12,4 cm. Esse mito, porém, não descarta o dos africanos, já que na África do Sul a média é de 15,9 cm.

Sexo antes de jogo, ou uma atividade física, pode comprometer sua performance

Sexo antes de jogo, ou uma atividade física, pode comprometer sua performance - Crédito: Shutterstock

Estudo suíço realizou testes em pessoas duas e dez horas após elas fazerem sexo e constataram que, depois de dez horas, os participantes estavam completamente recuperados. Houve só uma pequena queda no desempenho duas horas depois do sexo.

Fazer sexo na água (piscina, banheira, chuveiro…) mata esperma e evitar a gravidez

fazer sexo na água (piscina, banheira, chuveiro...) mata esperma e evitar a gravidez - Crédito: Shutterstock

Embora grande parte dos ‘guerreiros’ possam morrer ou se perder durante o ato, sexo na água não é um contraceptivo confiável, segundo Jon L. Pryor, professor de cirurgia urológica da Universidade de Minnesota (EUA).

É possível quebrar o pênis

É possível quebrar o pênis - Crédito: shutterstock

Apesar do pênis não ter osso, ele é formado por dois tubos chamados corpos cavernosos, que são os que ficam cheios de sangue para dar a ereção peniana. Ao redor desses dois tubos existe uma capa fibrosa denominada túnica albugínea que é o que não deixa o sangue sair durante a excitação e ereção.

Ao ter uma penetração intempestiva, o que ocorre na maioria dos homens que querem demonstrar suas aptidões sexuais, mudando muito de posição em frações de segundos, o pênis pode torcer e “quebrar”, isto é, aquela capa fibrosa se rompe e o sangue extravasa por esse local. Dependendo do grau de fratura, ocorre a impotência. A posição que mais facilmente deixa que isso ocorra é a mulher por cima ao penetrar sem cuidado e com muita rapidez.

Sexo tântrico pode durar até 8 horas seguidas

Sexo tântrico pode durar até 8 horas seguidas - Crédito: Jon Frank / Shutterstock.com

Outro mito urbano. Esse tipo de sexo pode durar horas, mas grande parte delas é mais um estado de espírito do que ato físico em si (penetração). Para você ficar mais aliviado com a parceira, a duração média do sexo é de três a sete minutos. Mas não se preocupe tanto com o tempo. O importante é fazê-la chegar lá, seja com 2 minutos ou com 2 horas.

Você pode pegar uma DST do vaso sanitário

Você pode pegar uma DST do vaso sanitário - Crédito: Shutterstock

Doenças sexualmente transmissíveis requerem ambientes úmidos para se reproduzir. O problema aqui são as outras doenças que você pode contrair nesses ambientes.

Tamanho não é documento

Tamanho não é documento - Crédito: Shutterstock

A vagina tem profundidade variável de 9 a 12 cm. A maioria das terminações nervosas relacionadas ao prazer sexual situam-se justamente na entrada. Levado pelas opiniões de médicos e especialistas na área, você pode até achar que o tamanho não importa. Ledo engano. Não precisa ser um Kid Bengala, mas um pênis de 9 cm também não vai agradá-la. Mais importante que o tamanho em si – se você estiver dentro da média de 13 a 17 cm – é a espessura do pênis. Por tanto, não adianta ter um 24 cm que mais parece uma lombriga. Mais vale um 15 cm ‘troncudão’. Quer conferir a opinião delas sobre o assunto, veja aqui.

O ponto G existe

O ponto G existe - Crédito: Shutterstock

O assunto gerou por muito tempo e ainda gera debate entre médicos. A verdade é que não há consenso. Algumas mulheres afirmam sentir mais prazer em um ponto na parede anterior da vagina. Por outro lado, outras não sentem nada diferente. A minha opinião é que o ponto G existe, mas ele esta mais na cabeça do que em algum lugar no órgão sexual feminino.

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