Testamos a nova rede social dos infiéis

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A rede social Ashley Madison se propõe a conectar pessoas que desejam ter casos extraconjugais. Se você é mulher, vida fácil, pode ir à caça quando onde e como quiser. Se você for homem, prepare o bolso caso tenha interesse em partir para a traição.

O cadastro é gratuito para ambos os sexos. A discriminação começa nas tentativas de contato da rede. Para mandar uma mensagem com uma cantada pela primeira vez para uma pessoa, são cinco créditos. As seguintes são grátis. Cada crédito custa de R$ 0,70 a R$ 1.

Porém, cada mensagem pode ser enviada com status de prioridade. Isso soma cinco créditos ao preço de cada mensagem – seja ela a primeira ou não. Cada mensagem aberta já vem com essa opção ativada. Com status de prioridade, o usuário sabe quando a mensagem foi lida e ela aparece com destaque na caixa de entrada do destinatário.

As mulheres ainda podem mandar “mensagem a cobrar”. Para o homem ler, tem que pagar cinco créditos. E se for responder, mais cinco.

Se você for pão duro, tem a opção de mandar “piscadinhas”, que são uma versão mais desenvolvida das famosas cutucadas do Facebook. São sete tipos de piscadinhas com mensagens padrão. A mais comum delas diz:

“Confira o meu perfil para ver se você tem interesse em conversar comigo. Se estiver a fim, me mande uma “piscadinha” que eu inicio o contato!”

Algumas piscadinhas são para dizer ao pretendente que você está interessado; outra esclarece o que despertou o tesão no perfil do destinatário. Há também a opção de solicitar acesso à galeria privativa.

Como em todas as redes sociais, você pode fazer uma galeria de fotos. O usuário pode autorizar e excluir a autorização de cada usuário quando quiser.

Quem quiser que o papo evolua vai ter que abrir a carteira mesmo. O chat interno custa ‘absurdos’ 30 créditos por 30 minutos. Quase um chat amizade por telefone.

A Ashley Madison pede que seus usuários escancarem suas preferências sexuais. Na parte dos desejos, o usuário tem cerca de 40 opções de preferências que vão de inocentes “carinhos e abraços” a até “menáge a trois”, o sexo a três. Mas a tela, cheia de caixinhas de seleção, pode confundir.

A tela “Meu par ideal” ganha outro título, mais direto, durante o preenchimento: “o que me dá tesão”. Mais light em termos de sexualidade, essa é a primeira tela a mostrar opções de relacionamento gay. “Um homem tranquilo e relax”, “Um homem de estilo agressivo” e “Homem romântico” são algumas das opções. Estranhamente, os heterossexuais não têm opção de equivalentes para mulheres. Parece que mulheres agressivas e românticas não dá interesse nos casados.

Por último, o usuário deve colocar seus interesses pessoais: “Strip Pôquer/Brincadeira adulta”, “Literatura Erótica”, “Nadar sem roupa”, “Visitar clubes de swing”… Tem também opções culturais como “ópera” e “teatro”, mas, seja sincero, se a sua ideia é ter um caso extraconjugal, o que importa?

*****Atualização******

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Depois do vazamento de 10 gigas de dados dos usuários do Ashley Madison, ele continua dando o que falar. Na quarta-feira (26/8), uma pesquisa feita com os dados vazados dos usuários comprovou que a maioria dos perfis femininos cadastrados na rede é falso. Quase nenhuma das 5,5 milhões de mulheres inscritas usou a rede social.

Já havia uma suspeita de que muitos perfis femininos eram falsos. Para confirmar, Annalee Newitz, a editora-chefe do site Gizmodo, resolveu analisar as informações para descobrir quantas mulheres realmente usam a plataforma. Para sua surpresa, os números são, no mínimo, muito confusos.

Newitz descobriu ainda que quase 70 mil perfis foram criados pelo mesmo IP, que vem de um computador localizado dentro da empresa desenvolvedora, o que sugere fraude e contas falsas para atrair homens.

A saída foi checar esses dados após desconfiar que funcionários da empresa estavam criando contas falsas. A editora encontrou 10 mil perfis com e-mails da empresa, como @ashleymadison.com, [email protected], [email protected] etc, “sem o menor pudor”. Desses 10 mil e-mails da desenvolvedora, mais de nove mil foram usados para criar contas de mulheres, que nunca existiram.

Estima-se que cerca de 12 mil mulheres já tenham usado o site, já que esse é o número de perfis femininos excluídos. Como é necessário pagar para deletar a conta, as exclusões tendem a ser de usuários reais.

Fonte: Tectudo

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