Atletas devem transar pelo menos seis vezes por dia durante as Olimpíadas

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Não é de hoje que a gente sabe, segundo relatos, entrevistas e fofocas, que a pegação rola solta nas vilas olímpicas. A convivência – lê-se, o sexo – é inclusive vantajoso para os atletas!

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O sexo livre, aliás, é regra nos jogos. Em uma entrevista publicada na revista Superinteressante e realizada pela ESPN, o nadador Ryan Lochte, ouro nos 400 metros medley em Londres, afirmou: “uns 70%, 75% dos atletas praticam o sexo livre durante as olimpíadas”.

Alguns atletas até brincam com a possibilidade de perder o foco dentro de uma vila olímpica, afinal, eles passam muito tempo conhecendo e fazendo amizade com as seleções e atletas de outros países.

A pegação é tão esperada que a organização das Olimpíadas Rio 2016 está distribuindo camisinhas suficientes para que os atletas possam transar ao menos 84 vezes. Repetimos: 84 vezes!

O jornal Folha de São Paulo reportou que a organização está distribuindo cerca de 450.000 camisinhas: entre elas, camisinhas femininas além dos 175.000 sachês com lubrificante.

Durante os jogos olímpicos de Londres em 2012, os organizadores distribuíram apenas um terço dessa quantidade e apenas 100.000 camisinhas foram fornecidas para os atletas nos jogos de inverno de 2014, em Sochi.

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O Zika Vírus, que pode ser transmitido pelo sexo, também é uma das preocupações do comitê.

Desde os jogos de 1992, em Barcelona, distribuir camisinhas se tornou uma tradição para prevenir a transmissão de DSTs, principalmente do HIV. Essa atitude foi tomada por causa de vários relatórios sobre o comportamento sexual dos atletas nas vilas olímpicas – viu? Não são casos isolados.

Este ano, o time da Austrália preferiu vir para o Brasil com seu próprio estoque de camisinhas e gel antiviral.

Uma possível explicação pra esse fogo todo é a quantidade de energia que um atleta profissional tem estocada nas células. O consumo médio de calorias na vila olímpica, pra você ter noção, é de 9.000 por atleta – alguns, inclusive, chegam a 15 mil calorias por dia.

Como eles gastam muita, muita energia, seus corpos são praticamente usinas. Junte isso ao confinamento na vila olímpica, aos corpos esculturais, à liberação de feromônios e pronto: o resultado é praticamente uma explosão de tesão.

Hope Solo, goleira do futebol feminino americano, explica que o tesão todo também tem outra origem: “Atletas são extremistas. Quando treinam, têm um foco de raio laser. Quando saem para uma cerveja, são 20 cervejas…”.

Com o sexo, pelo jeito, não é diferente.

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